A Vivo encerrou o ano de 2025 com faturamento recorde e expansão da base de clientes na rede móvel e em fibra óptica.
A Vivo registrou um lucro líquido de R$ 6,2 bilhões em 2025, o que representa uma alta de 11,2% em comparação ao exercício anterior. No quarto trimestre, a empresa alcançou R$ 1,9 bilhão, com avanço de 6,5%. Além disso, a receita total encerrou o ano em R$ 59,6 bilhões, apresentando uma elevação de 6,7%. No último trimestre, o faturamento somou R$ 15,6 bilhões. Por sua vez, o EBITDA anual atingiu R$ 24,8 bilhões, superando o período anterior em 8,5%, com margem de 41,7%. Ao mesmo tempo, os investimentos somaram R$ 9,3 bilhões no ano, direcionando a maior parte dos recursos para a expansão do 5G e da rede de fibra óptica. Consequentemente, a cobertura 5G alcançou 716 municípios e a fibra chegou a 31 milhões de domicílios.
Expansão da rede móvel e monetização de ativos
A empresa assinou com a Anatel o Termo de Autorização que formaliza a migração da Concessão para o modelo de Autorização. Essa mudança amplia os investimentos na digitalização do país e intensifica a cobertura 4G e 5G em mais de mil municípios. Além disso, a operadora projeta monetizar R$ 4,5 bilhões em ativos legados nos próximos anos, sendo R$ 3 bilhões com a venda de cobre e R$ 1,5 bilhão com imóveis. A receita de serviço móvel atingiu R$ 9,8 bilhões no trimestre, impulsionada pelo segmento pós-pago, que faturou R$ 8,4 bilhões. Paralelamente, a venda de aparelhos e eletrônicos cresceu 13,7%, somando R$ 1,3 bilhão. A empresa encerrou o ano com 116,7 milhões de acessos totais e registrou a Vivo registra lucro líquido de R$ 6,2 bilhões em 2025.
Crescimento do ecossistema digital e novos negócios
Os novos negócios B2C e B2B movimentaram R$ 7,2 bilhões no ano, representando 12,1% da receita total da companhia. No mercado corporativo, as soluções de nuvem, cibersegurança e Internet das Coisas faturaram R$ 5,3 bilhões. Notadamente, o segmento de nuvem avançou 37,8% e superou R$ 2,6 bilhões. A Vivo adquiriu a unidade de cibersegurança da Telefónica Tech no Brasil por R$ 232 milhões para reforçar seu portfólio. Além disso, as ofertas de saúde e os serviços financeiros do Vivo Pay impulsionaram as receitas no segmento do consumidor final. O fundo Vivo Ventures expandiu seu aporte total para R$ 470 milhões, investindo em diversas startups. Enquanto isso, o fluxo de caixa operacional atingiu R$ 15,6 bilhões no ano, consolidando forte eficiência financeira.
Avanços em sustentabilidade e governança corporativa
A companhia remunerou os acionistas em R$ 6,4 bilhões ao longo de 2025, mantendo a meta de distribuir 100% do lucro líquido. Ao mesmo tempo, a operadora conquistou a liderança no índice de sustentabilidade ISE da B3 e integrou a A-List do Carbon Disclosure Project. No evento Encontro Futuro Vivo, a empresa firmou parceria com a re.green para recuperar 800 hectares da floresta amazônica. Adicionalmente, a companhia apoiou a COP 30 e promoveu debates sobre soluções climáticas. No âmbito social, a Fundação Telefônica Vivo destinou R$ 47 milhões para iniciativas de inclusão digital e educacional. Finalmente, a operadora fortaleceu suas metas de diversidade, encerrando o período com 35% de mulheres em cargos de diretoria e 44,8% de colaboradores negros em seus quadros institucionais. Assim, a Vivo registra lucro líquido de R$ 6,2 bilhões em 2025 com progresso sustentável.