PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

Mulheres na linha de frente da cibersegurança: por que ampliar a presença feminina é uma decisão estratégica

Imagem: Divulgação

Equipes diversas são mais equilibradas


Leia também:


Mulheres se destacam em posições de hierarquia superior

Apesar dos avanços, barreiras persistem: tanto pela falta de incentivo em STEM desde a educação básica. A menor presença em cargos de liderança técnica e desigualdade de oportunidades em áreas estratégicas.

Especialistas defendem que a solução passa por três frentes:

  • Investimento em formação técnica voltada a meninas e jovens mulheres
  • Programas de mentoria e liderança em cibersegurança
  • Inserção feminina em conselhos e comitês de governança digital

Porém, mais do que ampliar números, trata-se de fortalecer a capacidade de resposta a riscos sistêmicos.

No mês em que se discute o protagonismo feminino, o setor de cibersegurança enfrenta um paradoxo: nunca precisou tanto de profissionais qualificados e, ao mesmo tempo, ainda aproveita pouco o potencial feminino disponível.

Para José de Souza Junior, o caminho é claro: “A ampliação da presença feminina na cibersegurança não é uma pauta simbólica. É uma decisão estratégica para qualquer organização que leve a sério a proteção de seus dados e sua soberania digital.”

Em um ambiente onde a próxima ameaça pode surgir em segundos — impulsionada por inteligência artificial, disputas geopolíticas ou engenharia social sofisticada — ampliar a diversidade deixou de ser um gesto institucional. Portanto, tornou-se um imperativo de segurança.

PUBLICIDADE

Leia também

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE