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No RS, Renan Santos compara políticos do Nordeste a ‘parasitas’ e diz que são os ‘maiores inimigos do Brasil’

Político chegou a Porto Alegre na sexta-feira (26) e está cumprindo agenda em diferentes regiões do estado. Nesta terça-feira (30), passa pelas cidades de Santa Cruz do Sul, Candelária e Cachoeira do Sul.

Renan Santos (Missão), pré-candidato à Presidência, chamou políticos do Nordeste de “parasitas” e criticou o pacto federativo. Assim, os especialistas chamam o modelo de distribuição de recursos entre União, estados e municípios. Pronunciamento ocorreu durante entrevista no Rio Grande do Sul nesta terça-feira (30).

Ele chegou a Porto Alegre na sexta-feira (26) e deve seguir no estado até quarta-feira (1º).

“Os maiores inimigos do Brasil são os políticos da região Nordeste. Eles transformam aquela região no inferno e vivem de se apropriar de dinheiro tirado de São Paulo, tirado do Rio de Janeiro, tirado de Minas, tirado do Rio Grande do Sul, do Paraná, de Goiás, e nós temos que reduzir o poder deles. É um projeto sobre a redução do dinheiro desses parasitas”, afirmou em entrevista à Rádio Santa Cruz sem apresentar dados que comprovem o que relatou.

Além de Santa Cruz do Sul, ele passa nesta terça-feira por Candelária e por Cachoeira do sul, além disso, onde fará uma visita à Ponte do Fandango, sobre o Rio Jacuí, durante a tarde.

Ademais, durante entrevista, ele falou sobre a campanha presidencial e abordou suas principais propostas para o governo, que incluem cortes de gastos, mudanças no pacto federativo e combate ao crime organizado.

Segundo ele, seu foco inicial seria um corte “colossal” de gastos públicos para equilibrar as contas do governo. Ele defendeu revisão de subsídios, mudanças na Previdência e redução de privilégios no setor público.

O pré-candidato também disse que o país precisa ampliar a produção nacional de insumos agrícolas, como fertilizantes, para reduzir a dependência de outros países.

Penas mais rigorosas contra integrantes de facções

Na área da segurança pública, Santos defendeu medidas mais rigorosas contra facções criminosas. Ele falou que pretende adotar uma legislação específica para integrantes desses grupos, com penas mais severas e redução de garantias legais.

“Quero fazer uma reforma gigantesca no Estado brasileiro, quero prender e matar as lideranças do crime organizado”, alegou.

Para colocar em prática, seria necessária uma mudança na lei brasileira. O artigo 5º da Constituição Federal, em seu inciso 47, diz que a pena de morte não pode ser aplicada, “salvo em caso de guerra declarada”. Essa é uma das cláusulas pétreas da Constituição, ou seja, não pode ser modificada por emendas constitucionais.

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