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Eleições de 2026 impõem derrotas a líderes políticos no Senado

A apuração das urnas neste domingo confirma que nomes tradicionais da política nacional não conseguiram se reeleger para a Casa Alta.

As eleições de 2026 impõem derrotas a líderes políticos no Senado após a apuração das urnas neste domingo, 4 de outubro, em todo o país. O eleitorado brasileiro deixou fora do Senado Federal figuras históricas da política nacional, como Renan Calheiros, Ciro Nogueira e Gleisi Hoffmann. Em contrapartida, as urnas fortaleceram o Partido Liberal (PL), que assegurou 19 das 54 vagas abertas na Casa Alta.

Em Alagoas, os eleitores interromperam uma trajetória de 32 anos de Renan Calheiros no Congresso ao elegerem Arthur Lira e Marina JHC. Além disso, a família Calheiros perdeu o governo estadual com a derrota de Renan Filho para JHC no pleito local. No Piauí, a população preferiu Marcelo Castro e Júlio César, deixando o ex-ministro Ciro Nogueira fora da representação do estado. Em Santa Catarina, Carol de Toni e Carlos Bolsonaro superaram o conservador tradicional Esperidião Amin e garantiram as cadeiras.

Derrotas do PT e reveses de aliados em bases regionais

No Paraná, a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, terminou em quarto lugar na disputa vencida por Filipe Barros e Deltan Dallagnol. Da mesma forma, os eleitores do Amapá rejeitaram a reeleição de Randolfe Rodrigues, escolhendo Rayssa Furlan e Lucas Barreto para as vagas. Ademais, o governador Clécio Luís, aliado do presidente do Senado Davi Alcolumbre, perdeu a reeleição amapaense para o candidato Dr. Furlan.

Na Paraíba, o pai do presidente da Câmara Hugo Motta, Nabor Wanderley, perdeu a disputa para João Azevêdo e Veneziano Vital. Dessa maneira, a projeção nacional das autoridades em Brasília não impediu reveses locais, enquanto as eleições de 2026 impõem derrotas a líderes políticos no Senado.

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