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Derrota de Jorge Messias gera clima de cobrança e desconfiança entre aliados do governo

Parlamentares criticaram as lideranças no Senado e o ministro da Justiça por falta de articulação.

A falta de votos para aprovar o nome de Jorge Messias expôs falta de articulação do governo. “Ademais, integrantes da base criticaram os líderes Jaques Wagner (PT-BA), Randolfe Rodrigues (PT-AP) e o ministro da Justiça, Wellington César.”

A leitura entre aliados é de que os líderes no Senado não entraram em campo para segurar votos até o fim. Analistas (ou observadores) também viram a ausência do ministro da Justiça, que tem perfil mais técnico, como uma desvantagem para o governo e Messias.

Nenhum desses nomes esteve ao lado de Messias na hora da entrevista coletiva em que ele falou pela primeira vez após a derrota. Estavam o ministro da secretaria de relações institucionais, José Guimarães, o ministro da Defesa, José Múcio e o ex-ministro Paulo Teixeira (PT-SP), apontados como aliados que se envolveram mais com a campanha de Messias.


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Poucos minutos antes da checagem dos votos no painel, nesta quarta-feira (29), auxiliares do Palácio do Planalto calculavam 43 votos, placar alinhado com a ideia de aprovação por margem apertada. Depois que revelaram o resultado, porém, todos perceberam que as informações que o governo recebia estavam bem longe da realidade.

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