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Aumento na energia impulsiona busca por sistema solar

Mudança climática reduz reservatórios, aciona cobrança extra na tarifa de luz e impulsiona a busca por autonomia com painéis fotovoltaicos.

O impacto real no bolso do consumidor

De acordo com as diretrizes regulatórias da Aneel, a bandeira amarela adiciona uma taxa extra de R$ 1,885 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Embora pareça um valor isolado pequeno, o acréscimo pesa no orçamento mensal quando somado aos reajustes tarifários anuais aplicados pelas distribuidoras locais de energia elétrica.

Famílias com consumo médio residencial de 300 kWh, por exemplo, enfrentam um aumento automático de cerca de R$ 5,65 apenas sob o efeito da bandeira. Em cenários comerciais ou industriais de médio porte, esse impacto atinge proporções muito maiores. Dessa forma, prejudica o planejamento financeiro e a margem de lucro de empresas e comércios. O cenário serve de alerta, pois o sistema de bandeiras funciona como um termômetro. Logo, caso a estiagem se prolongue nos próximos meses, o país poderá migrar para as bandeiras vermelhas (patamares 1 ou 2), cujas taxas extras chegam a R$ 7,87 a cada 100 kWh.

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