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Energia solar e baterias impulsionam a economia industrial

Foto: Gilberto Sousa / CNI

A energia solar e o sistema BESS reduzem os custos industriais contra a alta nas tarifas elétricas. A tecnologia garante estabilidade financeira e impulsiona a economia nacional.

Nesse contexto, mais de 64% das indústrias passaram a adotar medidas estratégicas para reduzir os gastos com eletricidade. Por exemplo, 13% dos gestores investiram diretamente em autogeração e em programas focados em eficiência energética. Dessa forma, as empresas buscam diminuir a dependência das tarifas convencionais e otimizar os seus processos produtivos.

Por fim, a adesão às medidas de economia varia de forma expressiva conforme o segmento industrial analisado na pesquisa. Enquanto o setor de equipamentos de informática priorizou ações de eficiência energética, a indústria de produtos de borracha destacou-se nos investimentos em autogeração. Assim, os dados comprovam que a gestão de custos com energia se tornou prioridade absoluta para a indústria nacional.

Transição para a geração própria e impacto econômico

O constante aumento da tarifa de luz impulsiona o interesse por fontes renováveis no Brasil. Nesse cenário, a energia solar fotovoltaica se consolida como a principal alternativa para conter os custos operacionais. Além disso, o avanço da tecnologia e a queda nos preços das instalações tornam essa escolha ainda mais atraente.

“A energia solar vai de encontro a uma conscientização que é global: a sustentabilidade. Além dela, a economia que proporciona às famílias, às empresas, indústrias e propriedades rurais em suas contas de energia elétrica impulsiona a economia do país. O valor mensal economizado é investido em diversas áreas como viagens, ampliações das empresas, novas tecnologias etc., de acordo com a sua realidade”, afirmou Anderson.

Adoção do BESS e autonomia nos momentos críticos

“O BESS atua como o cérebro e o reservatório do sistema de energia solar. Durante os períodos do dia em que a irradiação solar é abundante, os painéis fotovoltaicos geram energia. Logo, tanto para suprir o consumo imediato do imóvel quanto para carregar o banco de baterias. Quando a captação solar cessa ou nos momentos em que a tarifa da distribuidora atinge seus valores mais altos, o sistema BESS entra em operação automaticamente. Assim, descarregando a energia armazenada para abastecer a unidade consumidora”, apontou o CEO.

Consequentemente, a combinação de baterias e painéis fotovoltaicos reduz a dependência da rede elétrica convencional e diminui significativamente os custos. Assim, essa autonomia energética atrai indústrias, comércios, propriedades rurais e famílias que buscam proteção contra as constantes altas tarifárias.

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