PUBLICIDADE

PUBLICIDADE

Maioria dos eleitores de Cury pode mudar voto no 2º turno

Levantamento Real Time Big Data indica que 52% dos votantes do terceiro colocado nas eleições de 2026 admitem alterar a escolha entre Flávio Bolsonaro e Lula.

SÃO PAULO — A maioria dos eleitores de Cury pode mudar voto no 2º turno das eleições presidenciais de 2026, segundo levantamento do instituto Real Time Big Data divulgado nesta quinta-feira (8). O estudo indica que 52% dos eleitores do candidato Augusto Cury (Avante) consideram a opção quase definida, mas sujeita a alterações até 25 de outubro. O contingente do terceiro colocado torna-se decisivo na disputa final entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

De acordo com os dados apresentados, apenas 22% dos eleitores de Cury declaram voto totalmente definido para a decisão do pleito. Além disso, a pesquisa aponta que 14% dos entrevistados se dizem totalmente indecisos quanto à escolha do próximo presidente. Outros 12% dos consultados não souberam responder sobre o posicionamento final no segundo turno.

Desempenho no primeiro turno e metodologia da pesquisa

Paralelamente, o escritor Augusto Cury encerrou a participação na corrida presidencial na terceira posição, alcançando 2,89% dos votos válidos em 4 de outubro. Essa votação representou o apoio direto de 3,4 milhões de brasileiros nas urnas eletrônicas em todo o território nacional. Em contrapartida, Flávio Bolsonaro liderou a primeira etapa com 47,03% dos sufrágios, enquanto o atual presidente Lula obteve 45,16% dos votos válidos.

Nesse sentido, a amostragem do levantamento estatístico reuniu 1.600 entrevistas presenciais e telefônicas realizadas entre os dias 6 e 7 de outubro. O instituto informa que a margem de erro máxima atinge três pontos percentuais para mais ou para menos. Além disso, a pesquisa possui nível de confiança fixado em 95% para os resultados gerais.

Consequentemente, o eleitorado do candidato do Avante ganha centralidade nas estratégias das duas campanhas finalistas no período decisivo. A articulação política busca captar esses eleitores moderados enquanto a maioria dos eleitores de Cury pode mudar voto no 2º turno para definir o novo chefe do Executivo federal.

PUBLICIDADE

Leia também

PUBLICIDADE

PUBLICIDADE