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Mpox: exame disponível em 14 estados é capaz de diagnosticar nova variante 

Caso confirmado em Porto Alegre (RS), após 43 notificações no estado de São Paulo, pode indicar que o vírus circula pelo país

Por Deborah Lima
Máquina CW

Transmissão se dá por contato


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OMS aponta que Mpox apresenta quadros diferentes

O Ministério da Saúde, por sua vez, informa que se trata de doença causada pelo vírus MPXV, do gênero Orthopoxvirus e família Poxviridae. Ademais, trata-se de uma doença zoonótica viral, em que sua transmissão para humanos pode ocorrer por meio do contato com pessoa infectada pelo vírus. Logo, materiais contaminados ou animais silvestres infectados (roedores). O MS também informou que o surto apresenta baixo nível de transmissão fora do continente africano até o momento e mantém a vigilância da doença como prioritária.   

O intervalo de tempo entre o primeiro contato com o vírus até o início dos sinais e sintomas da Mpox (período de incubação) é tipicamente de três a 16 dias. Mas, pode chegar a 21 dias. Assim, após a manifestação de sintomas como erupções na pele, o período em que as crostas desaparecem, a pessoa doente deixa de transmitir o vírus a outras pessoas. As erupções na pele geralmente começam dentro de um a três dias após o início da febre, mas às vezes, podem aparecer antes da febre.

É necessário 21 dia de isolamento

Protocolo e Tratamento | Atualmente, o Ministério da Saúde recomenda o isolamento de 21 dias do paciente positivo para Mpox. A doença geralmente é autolimitada, ou seja, a enfermidade costuma desaparecer de forma espontânea, sem necessidade de tratamento. O paciente deve receber atenção clínica para aliviar os sintomas, evitando complicações graves, especialmente, em crianças, mulheres grávidas ou pessoas com imunossupressão devido a outros problemas de saúde. 

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