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Autenticação palmar promete revolucionar a mobilidade urbana no Brasil

Imagem: Divulgação

Tecnologia apresentada no Seminário IRIS revoluciona o modelo tradicional de bilhetagem e usa leitura vascular para validar passagens com fricção zero e 100% de precisão

A cena do passageiro buscando cartões nos bolsos ou enfrentando longas filas nas catracas dos terminais pode estar com os dias contados. Nesse sentido, a nova revolução da mobilidade sobre trilhos promete aposentar os bilhetes físicos e contornar os incidentes de acesso nas vias públicas.

A aposta inovadora do setor atende pelo nome técnico de autenticação palmar vascular desenvolvida para garantir maior rapidez aos usuários do transporte. Para isso, a empresa Biostation apresentará essa tecnologia no Seminário IRIS realizado no Hotel Renaissance situado na cidade de São Paulo.

O evento reunirá grandes especialistas para debater os principais rumos e desafios da infraestrutura do transporte público no território brasileiro. Além disso, os painéis abordarão temas fundamentais sobre governança, sustentabilidade, regulação e novos financiamentos para a expansão da malha metroferroviária nacional.

Biometria palmar e modernização do acesso

Atualmente, o modelo tradicional de cartões por aproximação resolveu problemas antigos, mas impôs limitações severas ao fluxo diário de passageiros. Dessa forma, o sistema antigo não identifica o perfil real do usuário e facilita fraudes no repasse indevido de benefícios sociais.

A palma da mão passa a funcionar como chave segura de acesso vinculada diretamente à conta digital mantida pelo próprio passageiro. Consequentemente, o sistema calcula e debita tarifas e descontos de forma automática, eliminando a necessidade de recargas presenciais em cartões físicos.

A mobilidade urbana precisa superar o anonimato operacional para oferecer serviços personalizados e eficientes aos cidadãos em suas rotas diárias. Com efeito, a tecnologia transforma o ponto de validação em um ecossistema inteligente voltado para as necessidades reais da população regional.

O funcionamento do mapeamento vascular

A tecnologia utiliza um sensor infravermelho capaz de mapear o fluxo sanguíneo sob a pele da palma em poucos segundos. Assim, o equipamento gera um padrão único e invisível a olho nu sem qualquer necessidade de contato físico com o leitor.

O sistema garante máxima higiene e supera falhas comuns registradas por câmeras tradicionais de reconhecimento facial nas estações de transporte. Afinal, o leitor palmar funciona perfeitamente mesmo com o uso de máscaras, óculos escuros ou variações na iluminação do ambiente.

A biometria palmar atende plenamente às normas da legislação sobre proteção de dados por exigir o consentimento ativo do cidadão. Do mesmo modo, o usuário escolhe livremente cadastrar a sua mão para aproveitar os benefícios e facilidades oferecidos pelo novo sistema.

A tecnologia não armazena imagens brutas ou fotografias dos passageiros em bancos de dados acessíveis por pessoas não autorizadas. Por conseguinte, o sistema criptografa as minúcias biométricas e guarda as informações em cofres digitais de alta segurança criptográfica nacional.

Soluções avançadas em segurança digital

A Biostation é uma empresa especializada em soluções de autenticação digital e orquestração antifraude com base em biometria avançada. Por fim, a marca reúne tecnologias seguras por hardware para garantir integridade e privacidade nos setores público e financeiro do país.

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